in ,

A Importância da diversificação – Parte 5

A Importância da diversificação

A Importância da diversificação

Terceira carteira e a necessidade da diversificação global

Observando os gráficos das figuras 5 e 8, é claramente visível o quando a evolução da carteira “sofre” quando dolarizada. Progride boa parte andando de lado e possui trechos com queda e sem retorno.

O Brasil, assim como outros países emergentes, possuí a moeda como um ativo de risco e fraco frente ao dólar e a economia americana.

Diante disso, foi analisada e estudada a possibilidade de iniciar a diversificação de investimentos, incluindo moedas fortes e mercado robustos.

Pela imensa diversificação de empresas de diversos países dentro das duas principais bolsas americanas, a New York Stock Exchange (NYSE) e a NASDAQ Stock Market (NASDAQ), foi iniciado estudos e a forma de acesso para investidores não residentes em meados de 2019.

Os estudos foram iniciados pelos REITs por serem empresas menos conhecidas mundialmente frente a Stocks de empresas gigantes como Coca Cola, Apple e etc.

Medical Properties Trust (MPT) e National Retail Properties (NNN) foram as bases iniciais de estudo.

Em março de 2020 durante a derrocada das bolsas americanas, até mesmo mundiais, devido ao lockdown imposto pelas autoridades de saúde e governos locais, já com uma boa carga de estudo do mercado e acesso ao mesmo, vi a grande queda com uma oportunidade de entrada e o mercado estar precificando demais as medidas impostas.

A primeira compra realizada para a carteira 3 na bolsa americana ocorreu em 13 março de 2020 com REITs de NNN e MPW entrando mais alguns dias depois LTC Properties Inc (LTC) e Cisco Systems Inc (CSCO).

Foi justamente pensando na pandemia e no quando o mercado americano era forte e enfrentaria os “15 dias” de lockdown, que o inicio de investimento no mercado externo foi um pouco antecipado do qual era previsto e incluso um REIT a mais da área de saúde e uma Stock de Tecnologia.

Ao longo do ano de 2020 novas Stocks e REITs foram inseridos. A recuperação do mercado americano foi rápida superando os topos históricos sucessivamente até os dias atuais (agosto/21).

Após um ano, as posições compradas com maior rentabilidade são: LTC Properties (LTC) com 55%, Nike (NKE) com 53%, Iron Montain (IRM) com 45%, STAG Industrial (STAG) com 27% e Medical Properties (MPW) com 25%.

Através das bolsas americanas também foi possível investir em empresas de outros países que possuem American Depositary Receipt (ADRs) listadas no mercado americano, dentre elas Taiwan Semicondutor Manufacturing Company Limited (TSM), empresa Taiwanesa, a Ituran Location & Control Ltd (ITRN), empresa israelense e a Stellantis N.V. (STLA), grupo automotivo franco-ítalo-americano.

Após estudos para diversificação em grupos de países, envolvendo ETFs, foi adquirida cotas do Ishares Europe ETF (IEV) de forma a ficar exposto ao mercado Europeu tendo como Benchmark Index o S&P Europe 350 Index.

Após 17 meses, a rentabilidade da carteira gira em torno de 15,18% ou 0,89% ao mês, em dólar. Nesse mesmo período, o dólar teve apreciação de 9,88% (R$4,86 para R$5,34 em 18/08/21 quando escrito este artigo).

Observação: Nenhuma Stock, ETF ou Reit citado nesse artigo é recomendação de compra ou venda. Essa decisão é de responsabilidade do investidor.

Até o próximo artigo.

Instagram: @robertostockholder_br

Leia outros artigos no BLOG do autor

Written by Roberto stockholder_br

No mercado financeiro desde 2007 com inestimentos e gerenciamento de carteiras na B3 e exterior.
Invisto, comento balanços e busco novas oportunidades em Ações, FIIs, Stocks, Reits e ETF.
Sempre em busca de "pequenas e desconhecidas" no mercado exterior.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ABERTURA DE MERCADO – 25/04/2022

Episodio 20 – IBM709. Bisavô do pc.